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Lay by Kelzinha's Place



MÃE, NOSSO PORTO SEGURO
Em sua chegada, você nada trouxe nas mãos, ainda assim, sua mãe transbordava alegria
Nenhum presente poderia ser maior, que o seu coração a bater
Este anjo cuidou de você nos momentos mais difíceis
E, conforme você crescia, ela te mostrava os valores básicos da vida
Quantas vezes a repreensão vinha como beijo e, o carinho era uma forma de alerta
E nem nos dávamos conta de que estávamos sendo preparados por este anjo, para enfrentar o mar da vida!
E, de repente, lá estava o oceano à nossa frente
Às vezes calmo, às vezes cheio de tormentas
Quando o maré está tranqüila, sempre estamos rodeados de amigos
Entretanto, quando as tempestades tomam conta da nossa vida
E o nosso barco parece afundar, os amigos desaparecem..
Neste instante, bem sabemos onde estará o nosso PORTO SEGURO
A verdadeira amiga que nunca nos deixará à deriva
Esse anjo que Deus nos deu, esse ser de luz chamado
MÃE
Continue em Frente!
Ás vezes o caminhar é lento,
mas o importante é não parar.
Mesmo um pequeno progresso
é um avanço na direção certa.
E qualquer um é capaz de fazer
um pequeno progresso.
Se você não pode conquistar algo
importante hoje, conquiste algo menor.
Pequenos riachos se transformam
em rios poderosos.
Continue em frente.
O que de manhã parecia fora de alcance,
pode ficar mais próximo à tarde se você
continuar em frente.
O tempo que usar trabalhando com paixão
e intensidade aproximara você do seu objetivo.
É bem mais difícil começar de novo
se você pára completamente.
Então, continue em frente.
Não desperdice a chance
que você mesmo criou.
Existe algo que pode ser feito agora
mesmo, ainda hoje.
Pode não ser muito, mas fará com que
continue no jogo.
Caminhe rápido enquanto puder.
Caminhe lentamente quando for preciso.
Mas, seja o que for, continue andando.
Autor Desconhecido
Minha Mãe Nunca Deixará De Me Amar
Eu cresci em uma família muito normal com dois irmãos e duas irmãs.
Embora naqueles tempos não tivéssemos muito dinheiro, sempre me
lembro dos meus pais levando-nos para fazer piqueniques ou para
ir ao zoológico nos fins de semana.
Minha mãe era uma pessoa muito afetuosa e dedicada.
Estava sempre pronta para ajudar alguém e freqüentemente trazia
para casa animais perdidos ou machucados.
Embora tivesse cinco filhos para criar, sempre encontrava tempo
para ajudar ao próximo.
Eu penso na minha infância e vejo os meus pais não como marido
e mulher com cinco filhos, mas como duas pessoas recém-casadas
muito apaixonadas.
O dia era para ser passado conosco, as crianças, mas a noite
era a sua hora de estar um com o outro.
Lembro-me de que numa noite estava deitado na cama.
Era domingo, 27 de maio de 1973.
Eu acordei com o som dos meus pais voltando para casa depois
de uma noite fora com alguns amigos.
Eles estavam rindo e, quando os ouvi indo para a cama, virei
de lado e voltei a dormir, mas nesta noite todo o meu sono
foi agitado por pesadelos.
Na manhã de segunda-feira, 28 de maio de 1973, acordei.
O dia estava nublado. Minha mãe ainda não havia acordado,
por isso todos nós nos arrumamos e fomos para a escola.
Durante todo aquele dia, tive uma sensação de um vazio interior.
Depois da escola, voltei para casa.
- Oi, mãe, estou em casa.
- Não houver resposta.
A casa parecia gelada e vazia. Senti medo.
Tremendo, subi as escadas e fui para o quarto dos meus pais.
A porta estava apenas entreaberta e eu não pude ver tudo lá dentro.
- Mãe? - Eu a abri totalmente para poder ver todo o quarto,
e lá estava a minha mãe deitada no chão ao lado da cama.
Tentei acordá-la, mas não consegui.
Então soube que estava morta.
Eu dei meia-volta, saí do quarto e fui para o andar de baixo.
Sentei-me no sofá em silêncio durante muito tempo,
até a minha irmã mais velha voltar para casa.
Ela viu-me sentado ali e imediatamente subiu correndo as escadas.
Eu fiquei sentado na sala de estar e observei enquanto o meu pai falava com o policial.
Vi a minha mãe ser carregada em uma maca para a ambulância.
Tudo que pude fazer foi sentar e olhar, nem mesmo pude chorar.
Nunca havia pensado em meu pai como um homem idoso, mas naquele dia,
quando o vi, ele nunca pareceu tão velho.
Terça-feira, 29 de maio de 1973. Meu 11º aniversário.
Não houve música, festa ou bolo, apenas silêncio enquanto nos
sentávamos ao redor da mesa de jantar olhando para a nossa comida.
Era minha culpa.
Se eu tivesse voltado para casa mais cedo ela ainda estaria viva.
Se eu fosse mais velho ela ainda estaria viva. Se...
Durante muitos anos, tive o sentimento de culpa pela morte da minha mãe.
Pensei em tudo que poderia ter feito.
Todas as coisas desagradáveis que dissera para ela.
Realmente acreditava que porque eu era criança-problema,
Deus estava punindo-me, levando-a.
O que mais me perturbava era o fato de não ter tido a chance de dizer adeus.
Nunca mais sentiria o seu abraço carinhoso, o cheiro adocicado
do seu perfume ou os seus beijos suaves quando ela colocava-me
na cama, à noite. Para a minha punição, tudo isso foi tirado de mim.
No dia 29 de maio de 1989, meu aniversário,
eu estava sentido-me muito solitário e vazio.
Não me havia recuperado dos efeitos da morte da minha mãe.
Estava muito perturbado emocionalmente.
Minha raiva de Deus atingira o seu auge.
Eu chorei e gritei para Ele:
- Por que levou minha mãe?
Nem mesmo me deu a chance de dizer adeus.
Eu a adorava e o Senhor a tirou de mim.
Eu só queria abraçá-la mais uma vez. Eu o odeio!
- Eu sentei-me na sala de estar, soluçado. Senti-me esgotado.
Subitamente, fui tomado por uma sensação de calor.
Pude sentir fisicamente dois braços abraçando-me,
um aroma familiar mas há muito esquecido.
Era ela. Senti sua presença, o seu toque e o seu perfume.
O Deus que eu odiara atendera ao meu desejo.
Minha mãe estava vindo para mim quando eu precisava dela.
Hoje sei que minha mãe está sempre comigo.
Ainda a amo de todo o coração,
e sei que sempre estará ao meu lado.
Justamente quando eu havia desistido e resignado-me com o fato
de que se fora para sempre, ele fez-me saber que nunca deixaria de me amar.
Autor: Stanley D. Moulson
A Criança e Deus
Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
- "Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?"
E Deus disse:
- "Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você."
Criança:
- "Mas diga-me:
aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir,
o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?"
Deus:
- "Seu anjo cantará e sorrirá para você...
A cada dia, a cada instante,
você sentirá o amor do seu anjo e será feliz."
Criança:
- "Como poderei entender quando falarem comigo,
se eu não conheço a língua que as pessoas falam?"
Deus:
- "Com muita paciência e carinho,
seu anjo lhe ensinará a falar."
Criança:
- "E o que farei quando eu quiser Te falar?"
Deus:
- "Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar."
Criança:
- "Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?"
Deus:
- "Seu anjo lhe defenderá mesmo que
signifique arriscar sua própria vida."
Criança:
- "Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais."
Deus:
- "Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim,
lhe ensinará a maneira de vir a Mim,
e Eu estarei sempre dentro de você."
Nesse momento havia muita paz no Céu,
mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu suavemente:
- "Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora,
diga-me por favor, o nome do meu anjo."
E Deus respondeu :
- "Você chamará seu anjo de ... MÃE!"
Autor: Paulo Coelho
O Caminho de uma Mãe
A jovem mãe estava dando os primeiros passos na estrada da vida.
- O caminho é longo? - ela peguntou.
- Sim respondeu seu Guia
- e difícil também. Você ficará velha antes de chegar ao fim dele. Mas...
- Ele parou e sorriu meigamente.
- O fim será melhor que o começo.
No entanto, a jovem mãe sentia-se feliz,
porque não podia acreditar que existisse nada melhor que a fase da juventude da vida.
Ela brincava com os filhos, colhia flores com eles ao longo do caminho,
e banhava-se com eles nas águas dos riachos.
O sol lançava seus raios sobre eles, e a vida era boa.
A jovem mãe dizia bem alto:
- Nada será mais encantador que estes momentos!!
A noite chegou e, com ela, a tempestade, e o caminho ficou escuro.
Os filhos tremiam de medo e de frio, e a mãe os abraçou, cobrindo-os com seu manto.
Os filhos disseram:
- Oh, mamãe, não sentimos medo quando você está perto de nós.
A mãe disse:
- Isto é melhor que a luz do dia, porque eu ensinei meus filhos a ter coragem.
O dia amanheceu; havia uma colina à frente. Os filhos subiram a colina e se cansaram.
A mãe também se cansou, mas continuou a incentivar os filhos:
- Um pouco mais de paciência e chegaremos lá.
Então os filhos continuaram a subir. Quando chegaram ao topo, ele disseram:
- Não teríamos conseguido chegar até aqui sem você, mamãe.
E a mãe, quando se deitou naquela noite, olhou para as estrelas e disse:
- Este dia foi melhor que o último. Meus filhos aprenderam a ter
forças diante das dificuldades.
Ontem lhes ensinei a ter coragem; hoje lhes ensinei a ter força.
No dia seguinte, nuvens estranhas escureceram a terra
- nuvens de guerra, ódio e de desgraça.
Os filhos tatearam no escuro e tropeçaram. A mãe disse:
- Andem de cabeça erguida e olhem para o alto,
a fim de que seus olhos vejam a Luz além da escuridão.
Os filhos olharam para o alto e viram a Glória Eterna acima das nuvens estranhas.
Ela os guiou através da escuridão e da desgraça.
Naquela noite a mãe disse:
- Este foi o melhor dia de todos, porque, com minha ajuda,
meus filhos aprenderam a ver Deus.
os dias foram passando, transformando-se em semanas, meses e anos.
A mãe envelheceu, diminuiu de estatura e ficou com o corpo curvado.
Seus filhos eram altos e fortes e caminhavam com coragem.
Quando o caminho era difícil de ser percorrido, eles a ajudavam;
quando o caminho era áspero, eles a carregavam,
porque ela era leve como uma pena.
Finalmente, eles chegaram a uma colina e, além da colina avistaram
uma estrada reluzente e um portão de ouro escancarado.
A mãe disse:
- Cheguei ao fim de minha jornada.
Agora sei que o fim é realmente melhor que o começo,
porque meus filhos podem caminhar sozinhos e ensinarão o
que aprenderam aos filhos deles.
Os filhos disseram:
- Você estará sempre caminhando conosco, mamãe,
mesmo depois de atravessar o portão.
Eles a viram caminhar sozinha, e o portão fechou-se atrás dela.
Eles disseram:
- Não podemos ver nossa mãe, mas ela ainda está conosco.
Uma mãe como a nossa é mais que uma lembrança.
É uma constante presença!!
(Temple Bailey) Extraído do Livro Histórias para o Coração.