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Lay by Kelzinha's Place


Oração à Nossa Senhora de Fátima

Santíssima Virgem, que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos os tesouros das graças que podemos alcançar, rezando o santo rosário, ajudai-nos a apreciar sempre mais esta santa oração, a fim de que, meditando os mistérios da nossa redenção, alcancemos as graças que insis-tentemente vos pedimos(pedir a graça).

Ó meu bom Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu e socorrei principalmente as que mais precisarem. Nossa Senhora de Fátima rogai por nós.

Rezar 1 dezena de Ave Maria em saudação a Nossa Senhora .


Mãe, hoje quero dizer-lhe um segredo muito especial: eu a adoro!
Eu sei também que, de seu coração,
brota sempre um gesto novo de amor e carinho!
Você é capaz de esquecer o sofrimento e a dor para me ver feliz!
Mãe! Presente de Deus para minha vida!
Mãe, recebe hoje meu abraço e todo o meu carinho!
E, agora, gostaria que o meu agradecimento
soasse mais forte do que todos os dias,
porque hoje,
mãe, é o seu dia!

Autora Celina H. Weschenfelder
MÃE...

Não só hoje, mas todos os dias
Penso em ti com meu carinho
Ao ver-me forte cheio de vida
Devo a ti que me guiaste
Deu-me a vida
Ensinou-me a vivê-la
Dos problemas resolvê-los
Dos medos me deste as mãos
Fazendo calmo meu coração.
Muitas vezes
Não só Mãe foste pra mim
Pai, amigo, irmão, companheira das brincadeiras.
Sempre davas um jeitinho
De poder me acompanhar.
Segurou as minhas mãos
Me mostrando o caminho a seguir
Hoje sei como sofreste
Quando enfim soltou-me as mãos
Para que eu seguisse em frente.
Hoje sei
Que aplaude meus sucessos
Se entristece com meu pranto
Sei também que sempre estás
Braços abertos a me esperar.
Quero hoje minha Mãe
Te dizer de coração
Peço a Deus que te abençoe
Sempre em minha oração
E te abraço hoje e sempre
Com muito Amor e Gratidão.
Autora: Thais S. Francisco
Minha Mãe Nunca Deixará De Me Amar

Eu cresci em uma família muito normal com dois irmãos e duas irmãs.
Embora naqueles tempos não tivéssemos muito dinheiro, sempre me
lembro dos meus pais levando-nos para fazer piqueniques ou para
ir ao zoológico nos fins de semana.
Minha mãe era uma pessoa muito afetuosa e dedicada.
Estava sempre pronta para ajudar alguém e freqüentemente trazia
para casa animais perdidos ou machucados.
Embora tivesse cinco filhos para criar, sempre encontrava tempo
para ajudar ao próximo.
Eu penso na minha infância e vejo os meus pais não como marido
e mulher com cinco filhos, mas como duas pessoas recém-casadas
muito apaixonadas.
O dia era para ser passado conosco, as crianças, mas a noite
era a sua hora de estar um com o outro.
Lembro-me de que numa noite estava deitado na cama.
Era domingo, 27 de maio de 1973.
Eu acordei com o som dos meus pais voltando para casa depois
de uma noite fora com alguns amigos.
Eles estavam rindo e, quando os ouvi indo para a cama, virei
de lado e voltei a dormir, mas nesta noite todo o meu sono
foi agitado por pesadelos.
Na manhã de segunda-feira, 28 de maio de 1973, acordei.
O dia estava nublado. Minha mãe ainda não havia acordado,
por isso todos nós nos arrumamos e fomos para a escola.
Durante todo aquele dia, tive uma sensação de um vazio interior.
Depois da escola, voltei para casa.
- Oi, mãe, estou em casa.
- Não houver resposta.
A casa parecia gelada e vazia. Senti medo.
Tremendo, subi as escadas e fui para o quarto dos meus pais.
A porta estava apenas entreaberta e eu não pude ver tudo lá dentro.
- Mãe? - Eu a abri totalmente para poder ver todo o quarto,
e lá estava a minha mãe deitada no chão ao lado da cama.
Tentei acordá-la, mas não consegui.
Então soube que estava morta.
Eu dei meia-volta, saí do quarto e fui para o andar de baixo.
Sentei-me no sofá em silêncio durante muito tempo,
até a minha irmã mais velha voltar para casa.
Ela viu-me sentado ali e imediatamente subiu correndo as escadas.
Eu fiquei sentado na sala de estar e observei enquanto o meu pai falava com o policial.
Vi a minha mãe ser carregada em uma maca para a ambulância.
Tudo que pude fazer foi sentar e olhar, nem mesmo pude chorar.
Nunca havia pensado em meu pai como um homem idoso, mas naquele dia,
quando o vi, ele nunca pareceu tão velho.
Terça-feira, 29 de maio de 1973. Meu 11º aniversário.
Não houve música, festa ou bolo, apenas silêncio enquanto nos
sentávamos ao redor da mesa de jantar olhando para a nossa comida.
Era minha culpa.
Se eu tivesse voltado para casa mais cedo ela ainda estaria viva.
Se eu fosse mais velho ela ainda estaria viva. Se...
Durante muitos anos, tive o sentimento de culpa pela morte da minha mãe.
Pensei em tudo que poderia ter feito.
Todas as coisas desagradáveis que dissera para ela.
Realmente acreditava que porque eu era criança-problema,
Deus estava punindo-me, levando-a.
O que mais me perturbava era o fato de não ter tido a chance de dizer adeus.
Nunca mais sentiria o seu abraço carinhoso, o cheiro adocicado
do seu perfume ou os seus beijos suaves quando ela colocava-me
na cama, à noite. Para a minha punição, tudo isso foi tirado de mim.
No dia 29 de maio de 1989, meu aniversário,
eu estava sentido-me muito solitário e vazio.
Não me havia recuperado dos efeitos da morte da minha mãe.
Estava muito perturbado emocionalmente.
Minha raiva de Deus atingira o seu auge.
Eu chorei e gritei para Ele:
- Por que levou minha mãe?
Nem mesmo me deu a chance de dizer adeus.
Eu a adorava e o Senhor a tirou de mim.
Eu só queria abraçá-la mais uma vez. Eu o odeio!
- Eu sentei-me na sala de estar, soluçado. Senti-me esgotado.
Subitamente, fui tomado por uma sensação de calor.
Pude sentir fisicamente dois braços abraçando-me,
um aroma familiar mas há muito esquecido.
Era ela. Senti sua presença, o seu toque e o seu perfume.
O Deus que eu odiara atendera ao meu desejo.
Minha mãe estava vindo para mim quando eu precisava dela.
Hoje sei que minha mãe está sempre comigo.
Ainda a amo de todo o coração,
e sei que sempre estará ao meu lado.
Justamente quando eu havia desistido e resignado-me com o fato
de que se fora para sempre, ele fez-me saber que nunca deixaria de me amar.
Autor: Stanley D. Moulson

UM ESTÍMULO ESPECIAL
Conta-se que uma família do
leste europeu
foi forçada a sair de sua casa,
quando tropas inimigas invadiram
a localidade onde viviam.
Para fugir aos horrores da guerra,
perceberam que sua única chance
seria atravessar as montanhas
que circundavam a cidade.
Se conseguissem ter êxito na
escalada, alcançariam o
país vizinho e estariam a salvo.
A família compunha-se de umas
dez pessoas, de diversas idades.
Reuniram-se e planejaram
os detalhes: a saída de casa,
por onde tentariam a difícil travessia.
O problema era o avô.
Com muitos anos aos ombros,
ele não estava muito bem.
A viagem seria dura.
-"Deixem-me," falou ele.
-"Serei um empecilho para o êxito de vocês.
Somente atrapalharei.
Afinal, os soldados não irão se importar
com um homem velho como eu."
Entretanto, os filhos insistiram
para que ele fosse.
Chegaram a afirmar que se ele
não fosse, eles também
ali permaneceriam.
Vencido pelas argumentações,
o idoso cedeu.
A família partiu em direção
à cadeia de montanhas.
A caminhada era feita em silêncio.
Todo esforço desnecessário
deveria ser poupado.
Como entre eles havia uma
menina de apenas um ano,
combinaram que, a fim de que ninguém
ficasse exausto, ela seria
carregada por todos os
componentes da família,
em sistema de revezamento.
Depois de várias horas
de subida difícil,
o avô se sentou em uma rocha.
Deixou pender a cabeça e
quase em desespero, suplicou:
-"Deixem-me para trás.
Não vou conseguir.
Continuem sozinhos."
-"De forma alguma o deixaremos.
Você tem de conseguir.
Vai conseguir."
- Falou com entusiasmo o filho.
-"Não." Insistiu o avô.
"deixem-me aqui."
O filho não se deu por vencido.
Aproximou-se do pai e
energicamente lhe disse:
-"Vamos, pai. Precisamos do senhor.
É a sua vez de carregar o bebê."
O homem levantou o rosto.
Viu as fisionomias
cansadas de todos.
Olhou para o bebê
enrolado em um cobertor,
no colo do seu neto de treze anos.
O garoto era tão magrinho
e parecia estar
realizando um esforço
sobre-humano para
segurar o pesado fardo.
O avô se levantou.
-"Claro" - falou - é a minha vez.
Passem-me o bebê."
Ajeitou a menina no colo.
Olhou para o seu
rostinho inocente e
sentiu uma força renovada.
Um enorme desejo de ver
sua família a salvo,
numa terra neutra,
em que a guerra seria
somente uma memória
distante tomou conta dele.
-"Vamos" - disse,
com determinação.
-"já estou bem.
Só precisava descansar
um pouco. Vamos andando."
O grupo prosseguiu,
com o avô carregando a netinha.
Naquela noite, a família conseguiu
cruzar a fronteira a salvo.
Todos os que iniciaram
o longo percurso
pelas montanhas
conseguiram terminá-lo.
Inclusive o avô.
Se alguém a seu lado,
está prestes a desistir das lutas
que lhe compete, ofereça-lhe um incentivo.
Recorde da importância que ele tem
para a pequena ou grande
comunidade em que se movimenta.
Lembre-o que, no círculo familiar,
na roda de amigos ou no trabalho voluntário,
ele é alguém que faz a diferença.
Ninguém é substituível.
Cada criatura é única e
tem seu próprio valor.
Uma tarefa pode ser desempenhada
por qualquer pessoa, mas uma pessoa
jamais substituirá a outra.
Não permita que ninguém fique
à margem do caminho,
somente porque não recebeu um incentivo,
um estímulo, um motivo para prosseguir,
até a vitória final.
(A.D. )